Case 02 · Information architecture · Festival de Curitiba

Designing for user discovery

Reframing a festival website around how visitors choose what to see

Project

Website/Mobile Redesign • Freelance

Role

UX Designer and Content Designer

Partners

Client, UI Designer, Engineering, Marketing

The Festival de Curitiba website had evolved around the festival's internal structure rather than visitor decisions.

There was no dedicated discovery experience: the homepage had a search bar, so even visitors who wanted to browse had to search first. Around 70% of traffic came from mobile, while the experience had been designed primarily for desktop.

Filters reinforced the problem with internal program names such as “MishMash,” “Fringe,” and “Risorama.”

The challenge was to turn an internal event taxonomy into an experience that helped visitors discover, evaluate, and choose events.

My role

I worked as the UX Designer and sole Content Designer, owning the new information architecture and experience from discovery through wireframes and final copy.

I partnered with the client, UI Designer, Engineering and Marketing.

I owned:

  • Research synthesis and UX heuristics
  • Information architecture and navigation
  • Taxonomy, naming, and filter strategy
  • Mobile-first experience design
  • Wireframes and interaction structure
  • Final UX copy

The broader content strategy for the eight festival programs had already been defined by the marketing team.

From internal taxonomy to visitor language

The festival's eight event categories had their own internal naming systems, but those names didn't always communicate what visitors could expect.

I created a user-facing taxonomy:

MishMash

Variety Show

Risorama

Stand-up Comedy

Guritiba

Kids' Show

Interlocuções

Panel Discussions

The mapping became the single source of truth for Engineering, Marketing, and Content.

Filters before and after
Filters before and after

Designing around visitor decisions

I reorganized discovery around the questions visitors needed to answer:

What do I want to watch?

Does it fit my schedule?

Is it right for me?

The architecture shifted from festival categories to user intent.

I also moved the full program out of the homepage and created dedicated Full Schedule and Schedule by Day experiences.

Because the project didn't allow time for primary user research, I used existing research on discovery behavior, site analysis, and content/UX heuristics. Direct user validation was documented as a next step rather than treated as a proven finding.

Designing for mobile

With approximately 70% of traffic coming from mobile, I redesigned navigation, discovery, filters, event cards, schedule, and ticketing around mobile behavior rather than adapting the desktop experience.

During implementation, we found an edge case: events could change venues depending on the date. The original date chip couldn't represent that relationship, so I redesigned it as a navigable tab.

Mobile wireframes of the schedule, search and date filter
Mobile wireframes created by me

Impact

630K+

Views on the new schedule pages, which became the site's two most visited pages.

8.1 / 10

Purchase experience satisfaction, up from 6/10 in the previous edition.

8%

Website sessions resulting in a ticket purchase.

~50% fewer

Support requests related to ticket access, venues, and student-discount requirements.

9 / 10

Sponsor satisfaction with the new site experience.

New schedule pages: by day and full schedule
The new schedule pages

What changed

The redesign moved the website from an organization-led information structure to a visitor-led discovery experience.

Visitors could navigate through their needs, preferences, and constraints without first understanding how the festival was organized.

The project also demonstrated how taxonomy, naming, information architecture, interaction design, and content hierarchy can work together to solve the same user problem.

Case 02 · Arquitetura da informação · Festival de Curitiba

Projetando a arquitetura de um site para exploração

Reestruturando o site do festival a partir do modelo mental do usuário

Projeto

Redesign Web/mobile do site · Freelance

Papel

UX Designer e Content Designer do projeto

Parceiros

Cliente, UI Designer, Engenharia, Marketing

O site do Festival de Curitiba evoluiu a partir da estrutura interna do festival, e não pelo modelo mental dos visitantes e como eles tomavam decisões.

Não existia uma experiência dedicada à descoberta: a home tinha uma barra de busca e, por isso, até quem queria apenas explorar a programação precisava começar por uma busca. Outro problema é que cerca de 70% do tráfego vinha de dispositivos móveis, enquanto a experiência havia sido pensada principalmente para desktop.

Os filtros reforçavam esse problema com nomes internos da programação, como “MishMash”, “Fringe” e “Risorama”.

O desafio era transformar uma taxonomia interna do evento em uma experiência que ajudasse os visitantes a descobrir, avaliar e escolher o que assistir.

Meu papel

Atuei como UX Designer e Content Designer do projeto, sendo responsável pela nova arquitetura da informação e pela experiência desde a descoberta até os wireframes e textos finais.

Trabalhei em parceria com o cliente, UI Designer, Engenharia, Marketing.

Fui responsável por:

  • Síntese da pesquisa e análise heurística
  • Arquitetura da informação e navegação
  • Taxonomia, naming e estratégia de filtros
  • Design da experiência mobile-first
  • Wireframes e estrutura de interação
  • Textos finais de UX

A estratégia de comunicação para cada programa do festival já tinha sido definida pelo time de marketing previamente.

Da taxonomia interna à linguagem do visitante

As oito categorias de eventos do festival tinham seus próprios sistemas de nomenclatura interna, mas esses nomes nem sempre deixavam claro o que os visitantes encontrariam em cada uma delas.

Por isso, criei uma taxonomia voltada para o público:

MishMash

Show de variedades

Risorama

Comédia stand-up

Guritiba

Espetáculos infantis

Interlocuções

Painéis e discussões

Esse mapeamento passou a ser a fonte de verdade para Engenharia, Marketing e Conteúdo.

Filtros antes e depois
Filtros antes e depois do redesign

Projetando a partir das decisões dos visitantes

Reorganizei a descoberta em torno das perguntas que os visitantes precisavam responder:

O que eu quero assistir?

Cabe na minha agenda?

É para mim?

A arquitetura deixou de partir das categorias do festival e passou a partir da intenção do visitante.

Também retirei a programação completa da home e criei experiências dedicadas para a Programação completa e a Programação por dia.

Como o projeto não previa tempo para uma pesquisa primária, trabalhei com pesquisas existentes sobre comportamento de descoberta, análise do site e heurísticas de conteúdo e UX. A validação direta com usuários foi registrada como uma próxima etapa, e não tratada como uma descoberta já comprovada.

Projetando para mobile

Com aproximadamente 70% do tráfego vindo de dispositivos móveis, redesenhei a navegação, a descoberta, os filtros, os cards de eventos, a programação e a jornada de compra a partir do comportamento mobile, em vez de simplesmente adaptar a experiência desktop.

Durante a implementação, identificamos um caso de exceção: alguns eventos podiam mudar de local dependendo da data. O componente de data original não conseguia representar essa relação, então o redesenhei como uma aba navegável.

Wireframes mobile da programação, da busca e do filtro de data
Wireframes mobile criados por mim

Impacto

630 mil+

Visualizações nas novas páginas de programação, que se tornaram as duas páginas mais acessadas do site.

8,1 / 10

Satisfação com a experiência de compra, contra 6/10 na edição anterior.

8%

Das sessões no site resultaram em uma compra de ingresso.

~50% menos

Solicitações de suporte relacionadas aos ingressos comprados.

9 / 10

Satisfação dos patrocinadores com a experiência do novo site.

Novas páginas de programação: por dia e completa
As novas páginas de programação

O que mudou

O redesign levou o site de uma estrutura de informação orientada pela organização do festival para uma experiência de descoberta orientada pelo usuário.

As pessoas passaram a poder navegar a partir de suas necessidades, preferências e restrições, sem precisar entender primeiro como o festival estava organizado.

O projeto também mostrou como taxonomia, naming, arquitetura da informação, design de interação e hierarquia de conteúdo podem trabalhar juntos para resolver um mesmo problema de usuário.